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Plano de saúde individual ainda existe? Entenda o cenário

Plano de saúde individual ainda existe?” é uma das dúvidas mais comuns de quem busca cobertura como pessoa física. A resposta curta: existe, sim — mas ficou mais raro, e por um motivo específico.

Por que o individual ficou mais raro

O plano individual/familiar tem uma regra que o torna menos atrativo para as operadoras: o reajuste anual é limitado por um teto definido pela ANS. Como as operadoras têm menos margem de reajuste nesse modelo, muitas deixaram de oferecer novos planos individuais e passaram a priorizar os coletivos (empresariais e por adesão), onde o reajuste é negociado.

Ou seja: o individual não acabou por lei, mas ficou concentrado em algumas operadoras e regiões, e nem sempre está disponível para o perfil que você procura.

Onde ainda dá para contratar individual

Algumas operadoras ainda mantêm planos individuais/familiares em certas praças, inclusive no Rio de Janeiro. A disponibilidade muda com o tempo, então o jeito de saber é consultar as opções abertas no momento da contratação.

As alternativas mais econômicas

Justamente por causa dessa escassez, muita gente que buscava individual acaba economizando em outros modelos:

  • Empresarial via CNPJ ou MEI — mesmo com 1 ou 2 vidas, costuma ser mais barato;
  • Por adesão — para quem tem vínculo com entidade de classe;
  • Familiar — quando o objetivo é cobrir mais de uma pessoa.

A vantagem do individual é a estabilidade do reajuste com teto e não depender de vínculo. A desvantagem é a oferta menor e a mensalidade geralmente mais alta. Vale comparar as opções lado a lado antes de decidir — um corretor mostra o que está disponível para você agora.

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